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Servidores da Educação em Orós fazem paralisação na manhã desta segunda-feira por conta de atraso salarial

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Em Orós, os servidores da rede municipal de Educação que fazem parte dos 40% do Fundeb decidiram paralisar atividades na manhã desta segunda-feira, 25, por conta dos constantes atrasos de pagamento. O último pagamento recebido pela categoria foi do mês de abril.

Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Orós, desde novembro de 2017 que ocorrem atrasos constantes no pagamento do funcionalismo. Os servidores relatam dificuldades para pagar as despesas pessoais, alugueis e conta de luz.

A administração teria informado sobre a impossibilidade de pagamento por conta de quitação de dívida com a Previdência Social e anunciou a liberação do desembolso salarial para o próximo dia 30.

 

O chamado grupo de 40% do Fundeb são os vigias, secretários escolares, agentes administrativos lotados nas escolas e Secretaria de Educação, merendeiras, pessoal da limpeza, motoristas de ônibus. 

Alguns professores participaram  da paralisação desta segunda-feira por causa de rodízio no pagamento salarial. “Houve caminhada pelas ruas, conduzimos cartazes e fizemos o protesto por conta do atraso salarial e depois fomos recebidos em comissão na Prefeitura”, explicou o presidente do Sindicato dos Servidores Municipal de Orós, Nelço Rodrigues, que também é vereador. “A administração alegou falta de recursos, mas sabemos que é falta de gerenciamento”.

Ainda de acordo com o sindicato parte da folha de abril deverá ser liberada nesta terça-feira, 26, e o restante no próximo dia 29. O Blog não conseguiu contato com a secretaria de Educação de Orós na manhã desta segunda-feira.

Ação Judicial 

Em Orós, O Sindicato dos professores já ingressou com ação judicial para que o pagamento ficasse em dia. A Justiça deferiu o pedido e determinou que a Prefeitura deveria pagar os salários até o 5º dia útil do mês seguinte ao trabalhado, mas na prática a administração do prefeito Simão Pedro não obedece a decisão judicial. A gestão também se nega a progressão salarial.

Os docentes também temem ficar sem o terço das férias em julho vindouro.

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